Caminho Traçado Meu bebê é filho do CEO by Célia Oliveira Capítulo 154

Caminho Traçado Meu bebê é filho do CEO by Célia Oliveira Capítulo 154

Capítulo 0154 

Charlotte foi pega de surpresa com o beijo, mas não pareceu se importar. Pelo contrário, correspondeu de mesmo modo. 

Sabía que Ethan pertencia a um mundo bem diferente do seu, e que aquele beijo não 

significaria nada para ele. Pensava que aquilo poderia acontecer com qualquer outra mulher que estivesse ali, mas como era ela, devia aproveitar a sorte que teve, já que o achava inuito bonito, desde que o viu pelo corredor da faculdade. 

O beijo foi se intensificando e virando algo mais intenso. 

O barulho da cachoeira foi ofuscado pelos gemidos, que não tinham pudor de serem expressos. 

E o que seria apenas uma manhã na cachoeira se tornou um dia inteirinho de troca de carinhos. 

Os dois saíram dali apenas quando a noite estava chegando. 

– Onde você mora? Vou te deixar em casa. disse ele, enquanto dirigia. 

Não precisa me deixar em casa, há um ponto de ônibus aqui por perto, pode me deixar lá. 

– Tudo bem. 

Charlotte não quis dizer, mas estava com vergonha de que Ethan visse o lugar onde morava. 

Era um bairro simples com casas humildes e sentia que a dela era a mais simples de todas. 

Ao chegar no ponto de ônibus, desceu do carro e se despediu dele. 

– 

Adeus, Ethan. 

– Adeus, não. Até mais – disse ele, dando uma piscadela de olho. 

No outro dia, pela manhã, Charlotte foi para o trabalho. Sua função era limpar as salas de aulas 

e manter os corredores limpos e secos, para que ninguém sofresse um acidente por ali. 

A faculdade em que trabalhava era enorme. Então, ficava responsável apenas pelo corredor dos universitários de engenharia e arquitetura. 

– Charlotte! 

Sua encarregada a chamou. 

– 

Sim. 

Os universitários da turma B fizeram uma dinâmica na sala e acabaram sujando todo o ambiente, vá até lá. A mulher ordenou. 

– Tudo bem. 

– 

Charlotte saiu caminhando pelo corredor, arrastando o seu carrinho de limpeza. Fazer aquilo já era bem comum, mas naquele dia, estava se sentindo nervosa, talvez por saber que a sala B, era a sala onde Ethan estudava pela manhã. 

Suas mãos tremiam, ao pensar na possibilidade de encontrá-lo ali. 

“Será que ele conversará comigo?” 

+16 BONOS 

– 

Pensar naquilo a fazia se sentir nervosa, pois estava com medo dos outros alunos o verem conversando com ela. 

“E se ele me ignorar?” 

A possibilidade de ser ignorada por ele a deixava mais triste ainda. 

Então o que queria que acontecesse? 

Ao avistar uma pequena parcela da sala de aula, notou estar vazia. Aquilo a deixou um pouco despreocupada, assim, não correria o risco de se encontrar com ele. 

Mas quando entrou na sala, foi pega de surpresa. 

Ethan estava sozinho, sentado numa carteira ter visto de longe. 

Aí está você! – disse ele, sorrindo. 

– B-Bom dia o saudou nervosa. 

– Bom dia. 

o fundo da sala, num lugar que não foi possível 

O ignorou e começou a limpar a bagunça que estava na sala. Em todo o momento, ficou de cabeça baixa, evitando qualquer tipo de contato visual. 

Havia restos de galhos, plantas e areia no chão. 

Ethan percebeu que, se não tomasse uma atitude, ela sairia da sala sem dizer uma palavra 

sequer. 

Então, se levantou e andou até onde ela estava. 

Como passou de ontem para hoje? 

Bem, e o senhor? 

– Senhor? Riu do modo como ela o chamou.- Passei muito bem. 

Que bom. 

Charlotte terminou o que estava fazendo e ia se retirando da sala, quando Ethan pediu que ela 

esperasse. 

Será que podemos nos falar mais tarde? 

O que quer falar comigo? 

perguntou confusa. 

Estava pensando em podermos acampar nesse final de semana, o que acha? 

– Sério? 

Os olhos dela brilharam com aquela fala, mas não deixou que transparecesse. Em todo o momento, estava com medo de que alguém os visse conversando. 

Que tal me passar o seu número? – Ele pediu. 

Não sei se é uma boa ideia – disse ela. 

Se acha que não é, então anota o meu aí. 

ZM 

+15 BONOS 

A direção não deixa que os funcionários andem com o celular no horário de trabalho, por isso estou sem o meu. 

Isso não é um problema. 

Ethan andou até onde a sua mochila estava e pegou o seu caderno, anotou alguma coisa no pedaço de papel e o arrancou. 

Toma aqui, me liga mais tarde, quero muito falar com você. 

– Tudo bem. 

Antes de pegar o papel, ela olhou para os lados para ver se alguém estava observando-os e, após constatar que não havia ninguém, pegou rapidamente o papel e o colocou no bolso. 

A atitude dela o deixou um pouco confuso, pois Charlotte parecia bem diferente do dia anterior. Em todo o momento, evitava contato visual. 

Preciso ir disse ela. 

Sério mesmo? 

Tocou a mão dela, a segurando. Sabia que fiquei pensando em você a 

noite toda? – disse ele. 

-Eu também 

respondeu com voz tímida. 

Não deixe de me ligar, por favor. 

Dessa vez, ela tomou coragem de levantar a cabeça e o olhar nos olhos. 

Pode deixar. Assim que chegar em casa, eu te ligarei. 

Respondeu sorridente, revelando a Charlotte do dia anterior. 

– Ethan, o pessoal está te esperando para… 

Uma mulher entrou na sala conversando, mas parou de falar imediatamente, ao perceber que Ethan estava conversando com a faxineira. 

De mãos dadas? 

Charlotte rapidamente puxou sua mão da de Ethan. 

O que houve, Eva? – ele perguntou. 

Percebendo que ela havia parado de falar e encarava Charlotte. 

Com licença. 

Disse Charlotte, novamente de cabeça baixa, pegando as suas coisas e saindo da sala rapidamente. 

Quando passou pela porta onde Eva estava parada, sentiu-se observada de um modo estranho. 

O que estava acontecendo aqui? 

longe. 

– 

Eva perguntou, ao perceber que a mulher já estava bem 

Não foi nada disse ele. O que você estava falando mesmo? 

O pessoal está te esperando. Se esqueceu de que íamos almoçar todos juntos hoje? 

– Tudo bem, vou pegar as minhas coisas – Virou-se para onde a mochila estava. 

Quem era aquela? 

Eva insistiu na pergunta. 

+15 BONOS 

Quem? Fingiu-se de desentendido. 

Aquela garota com quem estava conversando. 

Você não percebeu? É uma funcionária da faculdade.. 

Sei que ela trabalha aqui, pelo uniforme 

revirou os olhos. 

Estou perguntando o que 

estava acontecendo. Porque, quando cheguel, vocês dois pareciam muito próximos. 

Impressão sua. 

Ethan não queria comentar nada com Eva, afinal os dois eram apenas colegas de fala 

– Tudo bem. – respondeu. -Se apressa logo! 

Os dois saíram da sala e andaram pelo lado oposto do corredor, para onde Charlotte havia ido. 

Enquanto caminhavam, Eva conversava descontraída com Ethan, parecendo ter esquecido o que acabou de ver na sala de aula. 


Caminho Traçado: Meu bebê é filho do CEO by Célia Oliveira

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Score 9.9
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Caminho Traçado: Meu bebê é filho do CEO by Célia Oliveira” Rafaela se mudou para Nova York, na esperança de esquecer seu amor platônico e não correspondido por seu antigo chefe, o doutor Tácio Duarte.Morando num dos locais mais caros do país e com um emprego estável, a vida dela estava quase perfeita, só lhe faltava um amor.Após ser inesperadamente transferida de setor e começar a trabalhar para um novo chefe, cheio de manias estranhas, ela decide sair com uma amiga para um bar. Caminho Traçado Meu bebê é filho do CEO by Célia Oliveira  

Nesse bar, ela acaba conhecendo um homem lindo, que fez seu coração disparar…Uma conversa envolvente, alguns drinques na mente e uma noite inesquecível, ela sentiu que poderia voltar a se apaixonar. Mas seus planos foram de água abaixo, quando descobre que o homem dos seus sonhos, na verdade, é o seu novo chefe insuportável.

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